terça-feira, 14 de setembro de 2010
A Oração é a Luz da Alma
domingo, 5 de setembro de 2010
O que é Oração?
“A oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes” (São João Damasceno). De onde falamos nós, ao rezar? Das alturas de nosso orgulho e vontade própria, ou das profundezas de um coração humilde e contrito? Quem se humilha será exaltado. A humildade é o fundamento da oração. “Nem sabemos o que seja conveniente pedir” (Rm 8, 26). A humildade é a disposição para receber gratuitamente o dom da oração; o homem é um mendigo de Deus.A Revelação da Oração
No Novo Testamento, o modelo perfeito da oração encontra-se na prece filial de Jesus. Feita muitas vezes na solidão, no segredo, a oração de Jesus implica uma adesão amorosa à vontade do Pai até a cruz e uma confiança absoluta de ser ouvido. Jesus ensina seus discípulos a orar com um coração purificado, uma fé viva e perseverante, uma audácia filial. Incita-os à vigilância e convida-os a apresentar a Deus seus pedidos em seu Nome. Jesus Cristo atende pessoalmente às orações que lhe são dirigidas.Quem nos ensina a rezar?
Quando rezar?
sábado, 28 de agosto de 2010
Deus e a Kriptonita
Tem gente que confunde Deus com o super-homem! Zoeira? Nem um pouco. Tem um terremoto e já se perguntam: “onde estava Deus que não impediu?”Acontece alguma morte e “foi vontade de Deus…” como se Ele estivesse comendo um mac lanche na esquina e “resolvesse” não agir e deixar o sujeito bater as botas. Pense bem. Você se relaciona com Deus ou com o super-homem?
Taí a kriptonita de Deus! Como o super-homem é impotente contra a pedra de Kripton, Deus é impotente em corações de pedra! Bate, pede licença, mas só quebra a pedra se deixarmos… Você está com Deus porque acha que ele pode quebrar os seus galhos? Ou está disposto a construir uma relação com Ele e ser dócil mesmo quando não lhe “convém”? Mesmo quando parece difícil acreditar ou suportar?sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Luz, câmera, ação!
No espetáculo da vida nós, personagens, temos nos perdido em tantos papéis... vamos vestindo máscaras e figurinos diversificados em cada cenário que atuamos, nos distanciando cada vez mais de quem somos, perdendo o que temos de mais precioso: a beleza inicial, a autenticidade, a originalidade, a essência.
No grande palco dos mascarados, nossas atuações não podem ser contrários aos scripts escritos pelos diretores de cena que manipulam tudo conforme lhes convém... temos medo da exclusão, da solidão... não queremos perder nossos papeis, mas também não fazemos questão de sermos nós mesmos.
Nossos princípios permanecem adormecidos em nossos corações, como canções que ficam gravadas em nossas memórias, trilhas sonoras de sonhos, esperança de dias melhores. Mas o medo e a melancolia são mais fortes, e as habituais máscaras nos são apresentadas como muito confortáveis e prazerosas.
Procuramos outros palcos e cenários, fazemos teste de elenco, procuramos nos olhos da platéia a coragem para sermos verdadeiramente quem somos, mas as tramas da face nos deixam sempre prontos pra mentir, tão naturalmente como as farsas de um palhaço, que pinta o rosto para não mostrar as dores que sente nem a essência que guarda.
E diante do Grande Diretor do nosso espetáculo, a Verdade acende a Sua Luz... não dá pra mais pra fingir nem ocultar as verdades que estão em nós... as fantasias se dissolvem e todas as máscaras se desprendem dos rostos... os ensaios terminam, e somos convidados a atuar como protagonistas deste grande ato.
Pra sermos felizes nesta cena precisamos ser quem somos, abandonando-nos nas mãos do Grande Autor que criou cada personagem de forma primorosa. A trilha sonora começa a tocar nossas antigas canções, guardadas há tanto tempo, mas que agora brotam cheias de alegria e fazem os demais personagens acordarem, descobrindo que ainda há muito a ser feito... e unidos nesta grande ciranda chegaremos com sucesso ao fim deste maravilhoso espetáculo: sem máscaras no rosto, sem máscaras no coração... as cortinas se fecham ao final de tudo. Aplausos à vida.




