sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Posse do novo pároco

“A graça de Deus tem planos muito diferentes dos nossos”.

Foi no dia 03 de agosto de 2011 com a liturgia dedicada a São João Maria Vianney – O Cura D’Ars (dia da vocação do sacerdócio) e abrindo assim o mês vocacional que a recém instalada Paróquia São João Bosco, em Caetés-Abreu e Lima, mais uma vez, reuniu-se para empossar um novo pároco.

Estiveram presentes os padres: Diego Vanzetta (Inspetor Salesiano), James Lucena sdb, Antônio Gomes sdb, Demontier Távora sdb, Manoel Marques (Paróquia de São José – Abreu e Lima), Fábio José sdb, Raimundo Ricardo sdb, Antônio Pereira (Paróquia de Santo Amaro - Jaboatão) e o Arcebispo Metropolitano de Olinda e Recife Dom Antônio Fernando Saburido.

Através das mãos de Dom Fernando foram entregues as provisões que empossa o padre James de Lucena pároco e ao padre Antônio Gomes vigário paroquial. Foram entregues também as chaves do sacrário e da igreja ao novo pároco para que ele tenha consciência do cuidado que deverá ter com o templo material, símbolo da Igreja viva que deverá edificar.

Dessa forma o nosso Arcebispo entregou às comunidades que formam a paróquia São João Bosco a esperança de podermos tentar, mais uma vez, ser uma paróquia viva e celebrativa.

Que o Senhor abençoe esses novos pastores e dê-lhes a sabedoria necessária para guiar o seu povo, o seu rebanho.

Rafaela Costa

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Comissão promove curso de formação de catequistas

          A Comissão Arquidiocesana de Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, que tem como presidente o frei Evilásio Campelo de Medeiros, OFMCap, promove curso de formação de catequistas. O objetivo é formar discípulos e missionários para a ação evangelizadora da Igreja particular de Olinda e Recife, promovendo a capacitação e a qualificação de catequistas e agentes de pastoral.

          O momento histórico em que se vive, com seus valores, desafios e rápidas mudanças, exige dos evangelizadores melhor preparo e atualização. Portanto, a formação bíblico-catequética é prioridade absoluta.
          Se a catequese, numa Igreja em estado permanente de missão, é um processo permanente, a formação do catequista mais ainda, lhe exigirá o tempo necessário para assimilar e acompanhar o progresso das ciências humanas, teológicas e os novos métodos, enfim de ajudar os catequizandos a se aproximarem de Jesus.

          A formação é voltada para catequistas, coordenadores e assessores de catequese, agentes de pastoral e líderes comunitários. O curso tem duração de um ano, com aulas aos sábados das 8h30 às 11h30, na Matriz do Santíssimo Sacramento, na praça Maciel Pinheiro, bairro da Boa Vista, centro do Recife.
          O corpo docente é formado pelo frei Evilásio Campelo, Sandro Roberto, Maria José, Raul Camelo, irmã Flávia, Aerton Alexander e Eduardo. A matrícula e mensalidade custam R$ 10,00. Mais informações pelo telefone: 3326-0676, com o professor Raul Camelo.

Ficha de inscrição para curso de catequista

Clique nas imagens e confira o cronograma das aulas.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

São João Bosco


Fazemos memória de São João Bosco, fundador e pai da Família Salesiana. Dom Bosco viveu no apostolado a frase de São Dionísio "Das coisas divinas a mais divina é cooperar com Deus para salvar as almas"

Nasceu São João Bosco em 1815 próximo a Turim. Com dois anos de idade perdeu o pai, sendo assim a mãe Dona Margarida batalhou contra a pobreza para criar seus filhos. Tamanha era a luta de Dona Margarida que diante do chamado de João ao sacerdócio disse-lhe: "Eu nasci na pobreza, vivi sempre pobre e desejo morrer pobre. Se tu desejas tornar-te padre para ficar rico, eu nunca irei te visitar" Providencialmente toda os desafios e durezas da vida fizeram do coração sacerdote de vinte e seis anos, Dom Bosco, um homem sensível aos problemas dos jovens abandonados ou que viviam longe de suas famílias como operários. Desta realidade começou a desabrochar o carisma que concretamente construiu os Oratórios, que eram - como ainda são- lugares de resgate das Almas dos jovens.

Dom Bosco nasceu em Becchi, no Piemonte, Itália, a 16 de agosto de 1815. Era filho de humilde família de camponeses. Órfão de pai aos dois anos, viveu sua mocidade e fez os primeiros estudos no meio de inumeráveis trabalhos e dificuldades. Desde os mais tenros anos sentiu-se impelido para o apostolado entre os companheiros. Sua mãe, que era analfabeta, mas rica de sabedoria cristã, com a palavra e com o exemplo animava-o no seu desejo de crescer virtuoso aos olhos de Deus e dos homens.

Mesmo diante de todas as dificuldades, João Bosco nunca desistiu. Durante um tempo foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de serviços. Foi costureiro, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos livres, estudava música.

Queria vivamente ser sacerdote. Dizia: "Quando crescer quero ser sacerdote para tomar conta dos meninos. Os meninos são bons; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles". A Divina Providência atendeu os seus anseios. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri.

Ordenado Sacerdote a 5 de junho de 1841, principiou logo a dar provas do seu zelo apostólico, sob a direção de São José Cafasso, seu confessor. No dia 8 de dezembro desse mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, catequizando um humilde rapaz de nome Bartolomeu Garelli. Começava assim a obra dos Oratórios Festivos, destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da corrupção, especialmente os filhos do povo.

Em 1846 estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o Oratório de São Francisco de Sales. Ao Oratório juntou uma escola profissional, depois um ginásio, um internato etc. Em 1855 deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores. Em 1859 fundou com os seus jovens salesianos a Sociedade ou Congregação Salesiana.

Com a ajuda de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou em 1872 o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a educação da juventude feminina. Em 1875 enviou a primeira turma de seus missionários para a América do Sul.

Foi ele quem mandou os salesianos para fundar o Colégio Santa Rosa em Niterói, primeira casa salesiana do Brasil, e o Liceu Coração de Jesus em São Paulo. Criou ainda a Associação dos Cooperadores Salesianos. Prodígio da Providência divina, a Obra de Dom Bosco é toda ela um poema de fé e caridade. Consumido pelo trabalho, fechou o ciclo de sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de janeiro de 1888, deixando a Congregação Religiosa Salesiana espalhada por diversos países da Europa e da América.

Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi depois da morte. O seu nome de taumaturgo, de renovador do Sistema Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica e de apóstolo da Virgem Auxiliadora se espalhou pelo mundo inteiro e ganhou o coração dos povos. Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade, canonizou-o na Páscoa de 1934.

Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo em que viveu Dom Bosco, seu amor pelos jovens, sua dedicação e sua herança pedagógica vêm sendo transmitidos por homens e mulheres no mundo inteiro.

Hoje Dom Bosco se destaca na história como o grande santo Mestre e Pai da Juventude. Embora tenha feito repercutir pelo mundo o seu carisma e o sistema preventivo de salesiano, que é baseado na Razão, na Religião e na Bondade, Dom Bosco permaneceu durante toda a sua vida em Turim, na Itália. Dedicou-se como ninguém pelo bem-estar de muitos jovens, na maioria órfãos, que vinham do campo para a cidade em busca de emprego e acabavam sendo explorados por empregadores interessados em mão-de-obra barata ou na rua passando fome e convivendo com o crime.

Com atitudes audaciosas, pontuadas por diversas inovações, Dom Bosco revolucionou no seu tempo o modelo de ser padre, sempre contando com o apoio e a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora. Aliás, o sacerdote sempre considerou como essencial na educação dos jovens a devoção à Maria.

Dom Bosco ficou muito famoso pelas frases que usava com os meninos do oratório e com os padres e irmãs que o ajudavam. Embora tenham sido criadas no século passado, essas frases, ainda hoje, são atuais e ricas de sabedoria. Elas demonstram o imenso carinho que Dom Bosco tinha pelos jovens.

Entre alguns exemplos, "Basta que sejam jovens para que eu vos ame.", "Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens.", "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele", "Ganhai o coração dos jovens por meio do amor", "A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos."

O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isto no concreto abriu escolas de alfabetização, artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional; foi por isso a Igreja reza: "Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai".

De estatura atlética, memória incomum, inclinado à música e a arte, Dom Bosco tinha uma liguagem fácil , espírito de liderança e ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude foi elevado para o céu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim; a causa foi o outros, já que afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

QUEREMOS VIVER MELHOR!


Esse foi o lema da CÔLONIA DE FÉRIAS 2011 que trouxe o tema DIREITOS HUMANOS. A nossa Paróquia São João Bosco realizou a colônia de férias em três comunidades: São João Bosco (matriz-Caetés I), Nossa Senhora Auxiliadora (Caetés II) e São Francisco (Embriões).
Na Comunidade São João Bosco a Colônia de Férias foi realizada em uma semana (de 10 a 15 de janeiro) na Escola Isaura de França e, no dia 16 foi a vez de todos os animadores almoçarem juntos e terem seu momento de lazer.

Contamos com a colaboração de 45 animadores (jovens e adultos de grupos e pastorais). Eles garantiram toda a estrutura da nossa colônia 2011 que contou com 320 participantes entre crianças, adolescentes e jovens.
Embalados pelas paródias criadas exclusivamente para a Colônia, como “Essa colônia vai ferver e a galera vai soar...” todos dançavam e se divertiam, mas não esqueciam a oração que foi bem participada por todos.
Ver a alegria estampada no rosto de cada criança nos encoraja a trabalhar cada vez mais por um mundo melhor.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Tempo de Esperança - Advento

O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.


A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragossa prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Na França, Perpétuo, bispo de Tours, instituiu seis semanas de preparação para o Natal e, em Roma, o Sacramentário Gelasiano cita o Advento no fim do século V.

Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha, tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecumenos para o batismo na festa da Epifania.

Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.

Só mais tarde é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.


O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.

O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.

Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos – a vinda escatológica de Cristo. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa. Uma das expressões desta alegria é o canto das chamada "Antífonas do Ó".

O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo.

Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15).

O Advento recorda também o Deus da Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.

O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.

A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.

A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.

Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!


O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.

O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo, não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.

No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos. Pobreza que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.

O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.

Os paramentos litúrgicos são de cor roxa, como sinal de recolhimento e conversão em preparação para a festa do Natal. A única exceção é o terceiro domingo do Advento, Domingo Gaudete ou da Alegria, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do Salvador que está bem próxima. Também os altares são ornados com rosas cor-de-rosa. O nome de Domingo Gaudete refere-se à primeira palavra do intróito deste dia, que é tirado da segunda leitura que diz: "Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto"(Fl 4, 4). Também é chamado "Domingo mediano", por marcar a metade do Tempo do Advento, tendo anologia com o quarto domingo do Tempo da Quaresma, chamado Laetare.

“Tempo de esperança e de viver
Tempo de ser novo e renascer
Eis que uma criança já se anuncia
Dentro de Maria o céu conosco está
Tempo de esperança e de alegria
Vamos esperar que o Senhor virá
O Libertador já vem!”

Quando virá, Senhor, o dia?! - Cântico do Advento

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A Celebração da Festa de Todos os Santos

No dia 1º de novembro, a Igreja celebra a festa de Todos os Santos. Segundo a tradição, ela foi colocada neste dia, logo após 31 de outubro, porque que os celtas ingleses - pagãos -, celebravam as bruxas e os espíritos que vinham se alimentar e assustar as pessoas nesta noite (Halloween).


Nesse dia, a Igreja militante (que luta na Terra) honra a Igreja triunfante do Céu “celebrando, numa única solenidade, todos os Santos” – como diz o sacerdote na oração da Missa – para render homenagem àquela multidão de Santos que povoam o Reino dos Céus, que São João viu no Apocalipse: “Ouvi, então, o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão". "Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.” (Ap 7,4-14)
Esta imensa multidão de 144 mil, que está diante do Cordeiro, compreende todos os servos de Deus, aos quais a Igreja canonizou através da decisão infalível de algum Papa, e todos aqueles, incontáveis, que conseguiram a salvação, e que desfrutam da visão beatífica de Deus. Lá “eles intercedem por nós sem cessar”, diz uma de nossas Orações Eucarísticas. Por isso, a Igreja recomenda que os pais ponham nomes de Santos em seus filhos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Exame de Consciência para a Confissão

Diz o Catecismo da Igreja Católica:

"O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro, para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana. Foi definido como uma palavra, um ato ou um desejo contrário à lei eterna. " (CIC 1849)

"Para que um pecado seja mortal (ou pecado grave) requerem-se rês condições ao mesmo tempo: é pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente (plena liberdade)." (CIC 1857)

"O pecado é um ato pessoal. Além disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quando neles cooperamos." (CIC 1968)

"O perdão dos pecados cometidos após o Batismo é concedido por um sacramento próprio chamado sacramento da Conversão, da Confissão, da Penitência ou da Reconciliação. (...) O sacramento da Penitência é constituído de três atos do penitente, e da absolvição dada pelo sacerdote. Os atos do penitente são: o arrependimento, a confissão ou declaração dos pecados ao sacerdote e o propósito de cumprir a penitência e as obras de reparação. (...) Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a Igreja, deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e de que se lembra após examinar cuidadosamente sua consciência." (CIC 1486-1493)

A lista abaixo NÃO esgota necessariamente todas as variedades possíveis de pecado. Ela pretende, porém, auxiliar um bom exame de consciência. Foi feita com base no Catecismo da Igreja Católica, parágrafos de 2030 a 2557.


1º Mandamento ("Amar a Deus sobre todas as coisas")

•Duvidei da existência de Deus?
•Duvidei de alguma verdade de fé ou moral definida pela Igreja?
•Busquei ou acreditei em falsas doutrinas (astrologia, magia, espiritismo, etc)?
•Deixei de cumprir promessas ou votos que fiz?
•Recusei a obediência às autoridades da Igreja?
•Comunguei sabendo que estava em pecado mortal?

2º Mandamento ("Não tomar seu Santo Nome em vão")

•Blasfemei a Deus ou as coisas de Deus?
•Desrespeitei a Deus ou as coisas de Deus?
•Jurei falso ou sem necessidade?


3º Mandamento ("Guardar domingos e festas de guarda")

•Faltei a Santa Missa Dominical ou em festas de preceito?
•Trabalhei no Domingo sem necessidade?


4º Mandamento: ("Honrar pai e mãe")

•Deixei de cumprir meus deveres com meus pais (respeito, gratidão, obediência e ajuda) e minha família?
•Não cumpri os justos deveres de um cidadão?


5º Mandamento: ("Não matar")

•Cometi homicídio voluntário?
•Abortei?
•Apoiei a eutanásia ou o suicídio?
•Levei outra pessoa a pecar, por ação ou omissão?
•Deixei de cuidar da minha saúde?
•Usei drogas?
•Expus a situação de risco a minha vida ou a de outras pessoas?
•Cometi atos contrários à dignidade da pessoa?
•Odiei, desprezei, maltratei alguém?
•Não perdoei?


6º Mandamento ("Não pecar contra a castidade") e
9º Mandamento ("Não desejar a mulher do próximo")

•Eu me masturbei?
•"Fiquei" sem a intenção de namorar com a pessoa?
•Traí meu namorado (a) ou fui cúmplice de traição?
•Tive relações sexuais antes do casamento?
•Cometi adultério?
•Cometi práticas homossexuais?
•Expus meu corpo com roupas escandalosas?
•Eu me expus a ocasiões de pecado (imagens pornográficas, locais, conversas, etc)?
•Consenti em olhares, pensamentos ou outros atos impuros?
•Utilizei métodos contraceptivos artificiais?
•Espacei o nascimento dos filhos sem razão justa?
•Fiz inseminação artificial?


7º Mandamento ("Não furtar") e
10º Mandamento: ("Não cobiçar as coisas alheias")

•Roubei?
•Despeitei os bens das outras pessoas ou a justiça social?
•Desrespeitei a criação de Deus?


8º Mandamento ("Não levantar falso testemunho")

•Menti?
•Pensei mal de alguém sem motivo?
•Caluniei ou difamei?


Mandamentos da Santa Igreja

•Passei o ano sem me confessar?
•Deixei de comungar na Páscoa?
•Jejuei e abstive-me de carne na preparação das festas litúrgicas como manda a Igreja?
•Deixei de ajudar as necessidades materiais da Igreja segundo minhas possibilidades?


Pecados capitais

"Os vícios podem ser classificados segundo as virtudes que contrariam, ou ainda ligados aos pecados capitais (...). São chamados capitais porque geram outros pecados, outros vícios. São o orgulho, a avareza, a inveja, a ira, a impureza, a gula e a preguiça." (CIC 866)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Espiritualidade Salesiana

O segredo do êxito de Dom Bosco educador está em sua intensa espiritualidade, ou seja, naquela energia interior que, nele, une inseparavelmente o amor de Deus e o amor do próximo, de modo a conseguir estabelecer uma síntese entre evangelização e educação.
A Espiritualidade Salesiana, expressão concreta desta caridade pastoral, constitui portanto um elemento fundamental da ação pastoral salesiana, é sua fonte de vitalidade evangélica, seu princípio de inspiração e de identidade, seu critério de orientação.


Trata-se de:


* Uma espiritualidade à medida dos jovens, especialmente dos mais pobres, que sabe descobrir a ação do Espírito em seu coração e colaborar no seu desenvolvimento.
* Uma espiritualidade do cotidiano, que propõe a vida ordinária como lugar do encontro com Deus.
* Uma espiritualidade pascal de alegria na operosidade, que desenvolve uma atitude positiva de esperança nos recursos naturais e sobrenaturais das pessoas, e apresenta a vida cristã como um caminho de bem-aventurança.
* Uma espiritualidade de amizade e relação pessoal com o Senhor Jesus, conhecido e freqüentado na oração, na Eucaristia e na Palavra.
* Uma espiritualidade de comunhão eclesial, vivida nos grupos e sobretudo na comunidade educativa, que une jovens e educadores num ambiente de família ao redor de um projeto de educação integral dos jovens.
* Uma espiritualidade de serviço responsável, que suscita em jovens e adultos um renovado empenho apostólico pela transformação cristã do próprio ambiente chegando ao empenho vocacional.
* Uma espiritualidade mariana, que se entrega com simplicidade e confiança à ajuda materna de Nossa Senhora.

Esta espiritualidade ajuda a discernir e enfrentar os desafios da ação pastoral, cria unidade entre todos os que compartilham e colaboram na missão.




Fonte: Site da Congregação SDB

As glórias da Virgem Maria segundo as Escrituras

Muitas e grandiosas são as glórias de Maria Santíssima, pelas quais não cessam de propagar e cantar seus louvores todos os seus servos. Não apenas os anjos e santos nos céus, mas também nós os pecadores glorificamos com confiança todos os dias a tão excelsa mãe. Não podia, portanto, a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, calar-se a respeito da mais sublime de suas criaturas. Apresentaremos um pequeno resumo de como as Sagradas Escrituras exaltam e testemunham às glórias de Nossa Senhora.


“Entrando o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’” (Lc 1, 28)

Eis aqui, proclamado pelo próprio anjo Gabriel o privilégio extraordinário da Imaculada Conceição de Maria e sua santidade perene. Quando a Igreja chama Maria de “Imaculada Conceição” quer dizer que a mesma, desde o momento de sua concepção foi isenta - por graça divina - do pecado original. Se Maria Santíssima tivesse sido gerada com o pecado herdado de Adão ou tivesse qualquer pecado pessoal, o Arcanjo Gabriel teria mentido chamando-a de “cheia de graça”. Pois, onde existe esta “graça transbordante” não pode coexistir o pecado. Por isso, esta boa Mãe é também chamada pelos seus servos de “Santíssima Virgem”. Os santos ensinaram que não convinha a Jesus Cristo, o Santíssimo, ser gerado e nascer de uma criatura imperfeita. Como podia o Santíssimo Deus, Jesus Cristo ser depositado num receptáculo que não fosse digno dEle? Pois ele mesmo testemunha no Evangelho, que não se coloca vinho novo e bom em odres velhos e defeituosos (conf. Lc 5, 37). Eis porque o Criador elevou Maria, este “Vaso Insigne de Devoção” a tão grande santidade.

I Jornada da Juventude Católica dos Caetés

No último dia 23, aconteceu no salão de São Francisco de Assis, nos Embriões, a I Jornada da Juventude Católica dos Caetés. O evento contou com a participação de cerca de 200 jovens de todas as comunidades, animados pela equipe central, formada por Salesianos, Jesuítas e irmãs do Sagrado Coração de Jesus. O evento coroou as Santas Missões Populares que aconteceram em nosso bairro e iniciou a Semana Nacional da Juventude.



Num clima de muita alegria, fomos acolhidos com um momento de animação na área externa, onde encontravam-se as tendas vocacionais divulgando os diversos carismas. Após um belo momento de oração em torno da luz, iniciou-se a programação onde ouvimos o testemunho de um jovem casal em sua vida matrimonial, dos jovens que se consagraram na vida religiosa e sacerdotal, e por fim, a partilha "Juventude e Amor".

Terminados os testemunhos, saímos em caminhada para a Igreja São João Bosco, em Caetés I, onde encerramos a noite com um momento de adoração e benção do Santíssimo Sacramento.




Um Pouco de História - As Escolas Comunitárias e a Rádio Dom Bosco

sábado, 23 de outubro de 2010

Instalação da Paróquia São João Bosco



Pela graça de Deus, a Arquidiocese de Olinda e Recife, a Inspetoria Salesiana do Nordeste e as Comunidades Católicas dos Caetés têm a honra de convidar você e sua família para a Solene Missa na qual, pela oração da Igreja e presidência de Exmo. e Revmo. Dom Antônio Fernando Saburido, osb, DD. Arcebispo Metropolitano será Instalada a Paróquia São João Bosco.

Dia 12 de Novembro de 2010 
Local: Igreja de São João Bosco
Av. D s/n - Caetés I/ Abreu e Lima - PE

Programação:

6h - Ofício Festivo
12h - Hora Santa Eucarística
19h30min - Santa Missa

domingo, 17 de outubro de 2010

Missões Populares 2010

Nos últimos dias 15 e 16 de Outubro, nossa comunidade se colocou em Missão nas regiões mais necessitadas, e por vezes esquecidas, de nosso bairro: Baixa Verde e Frei Damião. Com um bom grupo de missionários, saímos em caminhada depois de um momento de oração na Igreja Dom Bosco em Caetés I.

Com os temas Amor e Perdão, em pequenos grupos de três, fomos divididos por ruas para cobrir toda a região. Em cada casa que parávamos, uma nova situação. Tantos testemunhos de vida, tantos sofrimentos compartilhados, tantos apelos, mas também tanta indiferença. Foram muitas as casas em que as pessoas não queriam nos acolher para escutar a palavra de Deus por alegavam não ter tempo para tanto. Outros ainda, que paravam para nos ouvir apenas para ter espaço para falar mal do catolicismo e sua doutrina.



Em constatações rápidas podemos perceber o grande número de pessoas que não participam de nenhuma igreja, e vivem uma religiosidade particular, onde dizem rezar em suas próprias casas. Também notamos o alto índice de evangélicos nos bairros mais carentes, porém, sem nenhum acompanhamento doutrinário, podendo ser percebido, por exemplo, quando senhoras evangélicas pediam que as ensinassem a rezar o terço. Essas pessoas são evangélicas hoje por falta de assistência da Igreja Católica.

Aprendemos muito com a Missão. Nos dias 22 e 23, estaremos cobrindo a Av J e os Embriões, duas áreas também esquecidas por nós, clamando pela assistencia religiosa adequada. Precisamos nos colocar a serviço desses irmãos, unidos na construção do Reino de Deus que também é nosso.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A Padroeira - Joana



Ó, Virgem Santa,
Rogai por nós, pecadores
Junto a Deus Pai
E livrai-nos do mal e das dores


Que todo homem caminhe
Tocado pela fé
Crendo na graça divina
Esteja como estiver

Abençoai nossas casas, as águas,
As matas e o pão nosso
A luz de toda manhã,
O amor sobre o ódio

Iluminai a cabeça dos homens,
Te pedimos agora
E que o bem aconteça
Nossa Senhora

Nossa Senhora Aparecida - 12 de Outubro

Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).

Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.

Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.

A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.

Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).

No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.

Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.

Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o "maior Santuário Mariano do mundo".

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

História de Nossa Senhora Aparecida

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